Revista Time elege os 100 nomes mais influentes na moda

De modelos a musas, passando por estilistas e fotógrafos, o mundo da moda está repleto de estrelas que entraram para a história.
A revista Time fez uma lista com os 100 nomes mais influentes no universo fashion, desde 1923, data em que a revista teve sua primeira edição.
Entre as modelos, a top brasileira Gisele Bündchen ganha destaque ao lado de Kate Moss, Naomi Campbell e Twiggy. Brigitte Bardot também apareceu na lista das musas que contou com Farrah Fawcett, Audrey Hepburn, Grace Kelly, Lady Gaga, Madonna, Michelle Obama e Princesa Diana.
O polêmico Bruce Weber está entre os fotógrafos mais influentes assim como Steven Meisel e Mario Testino. Entre os editores de moda e stylists estão Carine Roitfeld, Anna Wintour e Isabella Blow. Confira a lista completa:
Designers e grifes
Azzedine Alaïa
Giorgio Armani
Cristobal Balenciaga
Manolo Blahnik
Sara Blakely
Pierre Cardin
Jacques Cartier
Hussein Chalayan
Coco Chanel
Christian Dior
Dolce & Gabbana
Tom Ford
Hubert de Givenchy
John Galliano
Jean Paul Gaultier
Jacques Heim and Louis Réard
Rudi Gernreich
Hermès
Marc Jacobs
Rei Kawakubo
Calvin Klein
René Lacoste
Karl Lagerfeld
Jeanne Lanvin
Ralph Lauren
Christian Louboutin
Alexander McQueen
Issey Miyake
Mary-Kate and Ashley Olsen
Jean Patou
Miuccia Prada
Mary Quant
Roy Raymond
Yves Saint Laurent
Jil Sander
Elsa Schiaparelli
Levi Strauss
Tiffany & Co.
Philip Treacy
Valentino
Gianni Versace
Diane von Furstenberg
Louis Vuitton
Vera Wang
Vivienne Westwood

Modelos
Gisele Bündchen
Naomi Campbell
Cindy Crawford
Linda Evangelista
Iman
Beverly Johnson
Heidi Klum
Kate Moss
Jean Shrimpton
Twiggy

Ícones e musas
Josephine Baker
Brigitte Bardot
The Beatles
Jane Birkin
David Bowie
James Dean
Farrah Fawcett
Zelda Fitzgerald
Jean Harlow
Audrey Hepburn
Katharine Hepburn
Michael Jackson
Grace Kelly
Lady Gaga
Madonna
Michelle Obama
Jacqueline Kennedy Onassis
Bettie Page
Princess Diana
Andy Warhol

Fotógrafos
Richard Avedon
Guy Bourdin
Horst P. Horst
Nick Knight
Annie Leibovitz
Steven Meisel
Martin Munkácsi
Helmut Newton
Irving Penn
Herb Ritts
Mario Testino
Ellen von Unwerth
Bruce Weber

Editores e stylists
Isabella Blow
Grace Coddington
Patricia Field
Robin Givhan
Edith Head
Eleanor Lambert
Barbara “Babe” Paley
Carine Roitfeld
Franca Sozzani
Liz Tilberis
Diana Vreeland
Anna Wintour

Style & Design
Style & Design

Heidi Klum: foi descoberta na Alemanha quando tinha 18 anos e não demorou muito para posar para inúmeras capas de revistas. Em 2005, para a inveja das mulheres, ela apareceu no concorrido desfile da Victoria’s Secret com menos de dois meses após o parto. Além disso, é apresentadora e produtora executiva do Project Runway
Mary-Kate e Ashley Olsen: as irmãs começaram a carreira da fama interpretando personagens em filmes, mas hoje fazem sucesso no mundo da moda. As gêmeos de 25 anos criaram um verdadeiro império da moda e se transformaram em ícones de estilos próprios. Elas criaram a própria grife, The Row, que é um sucesso entre as mulheres profissionais que desejam peças de qualidade e de luxo, mas não chamativas. Mais tarde, lançaram Elizabeth and James, uma linha boêmia da marca
Gisele Bündchen: a brasileira foi descoberta aos 14 anos em São Paulo. Em pouco tempo, se tornou top model mais bem paga do mundo. Bündchen é reconhecida pelo seu corpo perfeito, magra mas com seios grandes, e pelo bom gosto na hora de se vestir. Editores querem ela em suas páginas, designers querem que ela use suas roupas, empresas querem ela em seus comerciais e as pessoas pagam milhões de dólares a cada ano ao comprarem os produtos com seu nome sobre eles
Naomi Campbell: quando você é um pioneiro da moda, você ganha o direito de ser uma diva de vez em quando. Pelo menos esse parece ser o lema de Naomi Campbell, que quebrou barreiras raciais como a primeira modelo negra na capa da Vogue francesa e britânica. Ela faz parte da massa de modelos famosas da década de 80 e 90, dominando as revistas de moda e desfiles em uma indústria acusada até hoje de favorecer modelos brancas. Ela também se destaca por ser bastante polêmica
Kate Moss: ela lançou sua carreira de modelo no final de 1980. Ela foi imortalizada ao posar de topless em anúncio Calvin Klein quando tinha apenas 19 anos, marcando o fim da “era supermodelo” e o renascimento do grunge dos anos 90. A vida pessoal Moss é frequentemente divulgada e questionada com perguntas sobre seu peso e uso de drogas. Ela já passou duas vezes por clínicas de reabilitação, o que a fez perder muitas campanhas famosas.
Michelle Obama: Desde o início de seu mandato como primeira-dama, Michelle Obama tem sido um exemplo para jovens designers. Ela não teve medo de desafiar a tradição da Casa Branca e escolheu um preto sem mangas Michael Kors para seu retrato oficial. Estas qualidades chamaram a atenção de personalidades da moda, como a editora da Vogue Anna Wintour.

Brigitte Bardot: Em 1970, o escultor Alain Gourdon usou Brigitte Bardot como modelo para o busto de Marianne, o símbolo da França. Quatro anos depois, Andy Warhol fez um retrato dela como icône da arte pop. Além de musa, Bardot ajudou a popularizar o biquíni através do uso de duas peças em filmes como Manina, a menina no Bikini (1952). 

Audrey Hepburn: atriz e modelo encantou as platéias de filmes como “Roman Holiday”, “Sabrina” e “Bonequinha de Luxo” com seus retratos sutis de mulheres em transformação. Nascida em Bruxelas, ela estudou balé em Amsterdã e fez trabalhos humanitário para a UNICEF, provando que a beleza dela estava longe de ser sua característica mais forte.

Patricia Field: A estilista se manteve no anonimato por um bom tempo, até que consagrou seu nome para definir o estilo deSex and the City (1998-2004). Como figurinista, Field foi capaz de retratar a personalidade dos personagens de tal forma, que as roupas contavam uma história própria. 

Mario Testino: ele fez várias capas para a Vogue e Vanity Fair, fotografando Margaret Thatcher, Anna Wintour e Lady Gaga. Em 1995, Madonna viu suas fotos em uma revista e ficou tão encantada que pediu para que ele a fotografasse na próxima campanha para Gianni Versace. Isso foi o suficiente. Desde então, ele publicou nove livros de fotografia, ajudou a reviver a casa de Gucci nos anos 1990 e ajudou a descobrir Kate Moss e Giselle Bundchen.

Isabella Blow: começou a se interessar por moda quando se apaixonou por um chapéu de sua mãe. Desde então, ela usou o acessório na maioria de suas aparições públicas. Além de servir como musa para jovens talentos, Blow trabalhava como editora de publicações, como TatlerSunday Times e Vogue EUA. Em 2007, quando lutava contra um câncer de ovário, ela se suicidou e foi enterrada com um chapéu que repousava sobre seu caixão.

Madonna: Quando Madonna estourou na cena musical na década de 1980, ela redefiniu o que significava ser famoso na América. Além de cantora e dançarina, ela virou um ícone da moda. De sutiãs de cone a moda masculina sexy, as ousadias de Madonna foram aceitas por uma legião de fãs. Nos últimos anos, ela fez uma parceria com sua filha Lourdes em 2010, para criar Material Girl, uma linha de moda juniores disponível em Macy. 

Annie Leibovitz: Uma das fotógrafas mais influentes de sua geração, Annie Leibovitz produziu imagens marcantes, como a Yoko Ono e John Lennon para a Rolling Stone. Aeu trabalho aparece regularmente nas capas das revistas Vogue eVanity Fair, bem como em campanhas para a American Express e Louis Vuitton e em exposições ao redor do mundo. 

Lady Gaga: é famosa por seu estilo extravagante. A cantora já usou roupas feitas de bolhas de plástico e trajes que imitavam carne crua. Aos 26 anos, Gaga também fez uma parceria com marcas como Giorgio Armani e assinou uma coluna de moda para a revista V.

Princesa Diana: Quando Diana entrou para a Família Real Britânica, em 1981, consultores de moda determinavam seu estilo. Com o tempo, ela se tornou mais confiante em seu papel e decidiu escolher roupas que refletiam sua personalidade, com um olhar mais moderno. Ela adorava cores e materiais de tafetá e popularizou algumas tendências como brilhantes, estampas florais, bolinhas e mangas volumosas, mas sempre na medida certa.

Anna Wintour: Filha de um ex-editor de moda, Anna Wintour seguiu o mesmo caminho do pai. Teve passagens pela House & Garden e pela Vogue britânica antes de se tornar editora-chefe da Vogue americana, onde se tornou a editora de moda mais influente de sua geração. Ela fez doVogue o livro mais rentável na indústria da moda e sua atitude dura e exigente como chefe foram registradas com o lançamento do filme O Diabo Veste Prada, em 2006.

David Bowie: pode ser definido com uma única palavra: criatividade. Músico, ator e produtor musical, ele tem sua carreira é marcada por dualismos há mais de 40 anos: estética e som, masculino e feminino, inspiração e reinvenção. O olhar de Bowie resume a natureza da moda, que está sempre em evolução.

Carine Roitfeld: foi editora-chefe da Vogue Paris por 10 anos e ganhou uma reputação ousada e uma estética que favorece o erotismo. Em janeiro de 2007, ela surpreendeu ao apresentar imagens de um modelo amarrado com uma haste de cortina na revista. “Nós podemos fumar na capa e podemos mostrar peitos. Temos muita liberdade que eles não têm nos Estados Unidos”.

Azzedine Alaïa: Enquanto alguns designers querem o carinho de editores de moda e compradores de lojas, o estilista Azzedine Alaïa faz com que a indústria da moda venha a ele ele. O designer não faz propaganda em revistas, não está interessado em mídias sociais e não tem nenhum problema em dizer que Anna Wintour não tem gosto ou influência duradoura. Em mais de 50 anos na indústria da moda, Alaïa já trabalhou com Dior, Laroche Guy e até Miuccia Prada.
Giorgio Armani: um dos magnatas mais bem sucedidos da moda italiana iniciou como um vitrinista. Giorgio Armani lançou a sua empresa de mesmo nome em 1975 e saltou para a aclamação de massa. Em 1980, ele apresentou o seu elemento de design mais conhecido, o ombro suave em seus ternos famosos, acrescentando um ar de conforto e modernidade para a jaqueta excessivamente rígida. 
Manolo Blahnik: Madonna disse a um biógrafo que os sapatos de Manolo Blahnik são “melhore do que sexo”. Blahnik, que originalmente queria se tornar um cenógrafo, abriu uma loja de sapatos em Londres no início de 1970, e seus modelos decolaram com as celebridades da época. Em 1974 ele se tornou o primeiro homem a aparecer na capa da Vogue britânica. Seus saltos levaram a atriz Sarah Jessica Parker a dizer: “eu poderia correr uma maratona em um par de Manolo Blahnik.”.
Pierre Cardin: um sonhador, como muitos jovens são, Pierre Cardin deixou de lado todas as limitações em seus projetos, favorecendo uma abordagem lunática de moda. O francês de origem italiana é elogiado por suas peças do século 20 que parecem ser criadas a partir do século 25. Como Cardin chegou à fama na época da corrida espacial, suas criações ganharam um ar de futurismo. A roupa Cardin mostrou uma liberdade de expressão que destacou a emancipação das mulheres.
Coco Chanel: a estilista revolucionou a moda feminina no início do século 20, quando ela apresentou uma silhueta mais confortável e que libertou as mulheres dos espartilhos e babados que tinham dominado a indústria de vestuário. Chanel trabalhou como cantora de cabaré antes de abrir uma loja de chapéus, em 1910, com o apoio financeiro de um amante. Ela logo voltou sua atenção para a roupa e se tornou a primeira estilista a criar com jersey. Chanel morreu em 1971.
Christian Dior: o estilista lançou sua linha de moda em uma casa particular parisiense em 1947 e logo assumiu o papel de um ditador de moda com seu design. Sua morte, em 1957, quase levou à queda de toda a sua empresa até que um até então desconhecido designer de 21 anos foi promovido a diretor artístico para salvar a empresa. Yves Saint Laurent, ajudou a entregar novas coleções. A grife continuou a florescer e tornou-se uma moda elegante, ganhando popularidade entre a elite.
Tom Ford: pode ser difícil se lembrar da época quando Gucci não era sinônimo de luxo. Mas antes da chegada de Ford como um desconhecido rosto novo, em 1990, a casa de moda italiana se ​​encontram à beira da falência. Por isso, o designer foi contratado para se tornar diretor de criação da grife, em 1994, com campanhas publicitárias provocativas e de sexo explícito para revigorar a marca. Ele também passou por YSL até lançar sua própria marca, em 2004.
Hubert de Givenchy: ele foi um mestre de tecido e um defensor da simplicidade, caracterizando uma época em que a elegância reinou sobre os tapetes vermelhos. Vindo de Beauvais, França, trouxe sua herança aristocrática para Paris quando abriu seu ateliê de alta costura, em 1950. Hollywood logo tomou conhecimento do sentido de Givenchy pelo seu refinamento. Em 1988 ele vendeu sua grife de mesmo nome para LVMH.
Marc Jacobs: o estilista era um gordinho, de cabelos compridos, que preferiu não se escondem por trás das cenas. Em 1992, Jacobs foi demitido de seu cargo de chefe da Perry Ellis, mas a notícia fez com que Jacobs fizesse um nome para si mesmo como o talento de um jovem rebelde. Cinco anos mais tarde, ele foi contratado como diretor artístico da Louis Vuitton. O crescimento da Marc Jacobs fez com que suas roupas, bolsas, perfumes e sapatos transformassem o mercado de artigos de luxo.
Christian Louboutin: quem pensa no designer, pensa nas solas vermelhas. O sapateiro reveste suas solas de vermelho há quase 20 anos, uma assinatura que faz o seu calçado instantaneamente identificáveis. Hoje ele é um suspeito usual no tapete vermelho. Seus sapatos – que podem custar mais de US5.000 – são enfáticos. “Um sapato tem muito mais a oferecer”, disse uma vez Louboutin.
Alexander McQueen: o estilista tinha uma formação clássica que o ajudou a criar looks impecavelmente adaptados para o dia a dia, incluindo ternos e saias lápis.Ele foi diretor criativo da Givenchy e, em 1996, reviveu a tendência de jeans com cintura baixa. Mais tarde ele fez com que as caveiras virassem uma de suas características principais, imprimindo-as em lenços e vestidos. Todo o seu potencial nunca será conhecido: ele cometeu suicídio em fevereiro de 2010, quando tinha 40 anos.

Fotos: Getty Images

Fonte: TERRA

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